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Nutricionista apresenta a Ayurveda como o caminho para um envelhecimento ativo
“Sempre há possibilidade de melhora da qualidade de vida e da saúde como um todo, temos apenas que estar dispostos a fazer algo novo”, afirma Laura Pires em seu mais recente livro Aos 23 anos, depois de começar a perder a visão periférica dos dois olhos, Laura Pires foi diagnosticada com esclerose múltipla. O cenário que se descortinava era o de um tratamento pesado com corticoides, mas ela preferiu pegar um avião para a Índia. Era o início de uma longa jornada, que descreve em seu site como a de uma lagarta que aprenderia a voar como borboleta. A reboque ocorreu também uma virada profissional: abraçou a nutrição como nova carreira, incorporando os ensinamentos da Ayurveda em seu trabalho.
Envelhecer é sinônimo de pegar leve? Nada disso!
Estudo de Harvard afirma que é indispensável se manter fisicamente ativo na velhice Todo mundo conhece as virtudes de se exercitar, mas poucos sabem como a atividade física se tornou parte da biologia humana, processo analisado por um grupo de pesquisadores da Universidade Harvard. De acordo com o estudo, a longevidade está associada ao fato de as pessoas se manterem ativas. Esta seria a chave para retardar a gradual deterioração do organismo e protegê-lo de doenças crônicas como as cardiovasculares, diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer. “Há uma crença generalizada no Ocidente de que, à medida que envelhecemos, devemos desacelerar, fazer menos coisas e sair de cena. Nossa mensagem é o oposto: é ainda mais importante estar fisicamente ativo na velhice”, afirmou Daniel Lieberman, autor sênior do trabalho e especialista em biologia evolutiva.
Congresso Brasileiro de Cardiologia enfatiza a importância da espiritualidade
Sentimento de autoconhecimento e crença na possibilidade da autodeterminação levam a uma melhor adesão às orientações dadas pelos profissionais de saúde No domingo passado, uma das apresentações do 76º. Congresso Brasileiro de Cardiologia, que foi realizado virtualmente, me chamou atenção porque, embora o assunto não seja egresso dos compêndios de medicina, tem ganhado cada vez mais espaço nos consultórios: a espiritualidade. A primeira vez que o blog tratou desse conteúdo foi em 2016 e, de lá para cá, sua relevância só aumentou. De acordo com o cardiologista Fernando Nobre, um dos palestrantes, “a espiritualidade reforça o sentimento de autoconhecimento, autoconfiança e crença na possibilidade da autodeterminação, com uma visão positiva do mundo e do futuro que traz benefícios incontestes para uma melhor adesão às orientações dadas pelos profissionais de saúde”. E aqui não se está falando de religiosidade. O Gemca (Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular) a define como o “conjunto de valores morais, mentais e emocionais que norteiam pensamentos, comportamentos e atitudes nas circunstâncias da vida de relacionamento intra e interpessoal”. Ainda segundo o doutor Nobre, busca recente no PubMed, que fornece citações e artigos no campo da biomedicina, apresentou 1.757 estudos nessa área, sendo que 961 produzidos nos últimos cinco anos, o que dá a dimensão do interesse pelo tema.

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